SP-Arte Rotas:
Luiz Paulo Baravelli
Stand / booth C09
26–30 de agosto 2026 / august 26–30, 2026
ARCA
Avenida Manuel Bandeira, 360
Vila Leopoldina, São Paulo, Brasil
PT
Para a SP-Arte Rotas 2026, a Galeria Marcelo Guarnieri tem o prazer de apresentar Pinturas-gato, um projeto solo de Luiz Paulo Baravelli (1942 – São Paulo, Brasil). O stand reúne uma série de pinturas realizadas pelo artista nos últimos três anos, que revisitam, através do pequeno formato, o vocabulário pictórico e imagético que o artista vem desenvolvendo há mais de cinquenta anos.
As Pinturas-gato, para Baravelli, seriam aquelas que “quando você entra, vão para baixo do sofá e ficam te olhando. Se você chega perto e faz pspsps elas vão embora. Depois, se elas gostam de você e no tempo delas, chegam devagarinho sem você perceber e roçam de leve na sua perna. Aí o jogo pode começar”. Iniciada em 2024 para sua exposição individual na galeria, em 2025, e posteriormente expandida para Rever Baravelli, mostra encerrada no final de julho no Centro MariAntonia, a série é retomada agora com a inclusão de um novo conjunto de pinturas produzidas especialmente para a feira.
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Luiz Paulo Baravelli
(1942 – São Paulo, Brasil). Vive e trabalha em São Paulo.
Formado em arquitetura pela FAU USP e por desenho e pintura pela FAAP, inicia sua carreira em meados dos anos de 1960 produzindo pinturas, desenhos e colagens, influenciadas, de maneira mais direta, pela obra de Wesley Duke Lee, seu ex-professor na FAAP, e de maneira mais ampla, pelo vocabulário da cultura pop. Baseando sua prática na intersecção e troca entre a produção e o ensino de arte, Baravelli participa da fundação da Escola Brasil, em 1970, junto a José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser; da Revista Malasartes entre 1975 e 1976 e da Revista Arte em São Paulo entre 1981 e 1983, ambas junto a importantes artistas e críticos da cena contemporânea.
O trabalho de Luiz Paulo Baravelli transita entre suportes, técnicas, assuntos e até mesmo estilos variados; estimulado pelas possibilidades alusivas e metafóricas das noções de horizonte e ponto de fuga e pelas “representações radicais da realidade visível”. É notável em seu trabalho uma vontade de extrapolar certos limites de composição e forma, seja em pinturas que ganham um contorno orgânico ao fugirem do regime da moldura quadrangular, podendo até adquirir o status de objeto; seja no uso da perspectiva, menos como um elemento regulador da visão e mais como um elemento propositivo e vertiginoso, que sugere profundidades infinitas na pintura; ou até mesmo na justaposição e associação entre imagens de universos distintos que compõem suas obras, muitas vezes, também, sustentadas pelo uso de diferentes técnicas e materiais.
Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas desde o final dos anos 1960, destacando-se: Bienal de São Paulo, Brasil; Bienal de Veneza (Pavilhão Brasileiro), Itália; Bienal de Havana, Cuba; Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil; MASP – Museu de Arte de São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil; Hara Museum of Contemporary Art, Tóquio, Japão; MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil; MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, Brasil; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; Itaú Cultural, São Paulo, Brasil; Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Argentina; MAC - Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Brasil; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil; Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil.
ENG
For SP-Arte Rotas 2026, Galeria Marcelo Guarnieri is pleased to present Pinturas-gato, a solo project by Luiz Paulo Baravelli (1942 – São Paulo, Brazil). The booth brings together a series of paintings made by the artist over the past three years, revisiting, through small-scale works, the pictorial and visual vocabulary that he has been developing for more than fifty years.
For Baravelli, Pinturas-gato are paintings that, “when you walk in, go under the sofa and stare at you. If you come closer and go pspsps, they leave. Then, if they like you and in their own time, they slowly come closer without you noticing and gently brush against your leg. That’s when the game can begin.” Initiated in 2024 for his 2025 solo exhibition at the gallery and subsequently expanded for Rever Baravelli, an exhibition that closed at the end of July at Centro MariAntonia, the series is now revisited with the inclusion of a new group of paintings produced especially for the fair.
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Luiz Paulo Baravelli
(1942 – São Paulo, Brazil). Lives and works in São Paulo.
Trained in architecture at FAU USP and in drawing and painting at FAAP, Baravelli began his career in the mid-1960s, producing paintings, drawings, and collages influenced more directly by the work of Wesley Duke Lee, his former professor at FAAP, and more broadly by the vocabulary of popular culture. Grounding his practice in the intersection and exchange between art production and teaching, Baravelli co-founded Escola Brasil in 1970, together with José Resende, Carlos Fajardo, and Frederico Nasser; participated in the founding of Revista Malasartes between 1975 and 1976 and Revista Arte em São Paulo between 1981 and 1983, both alongside important artists and critics from the contemporary art scene.
Luiz Paulo Baravelli’s work moves across a range of media, techniques, subjects, and even styles, stimulated by the allusive and metaphorical possibilities of the notions of horizon and vanishing point, as well as by “radical representations of visible reality”. His work is marked by a desire to push beyond certain limits of composition and form, whether in paintings that take on an organic contour by escaping the conventions of the rectangular frame, sometimes even acquiring the status of objects; in his use of perspective, less as a regulating element of vision and more as a propositional and vertiginous device that suggests infinite depths within the painting; or in the juxtaposition and association of images from distinct universes that make up his works, often further sustained by the use of different techniques and materials.
He has participated in numerous solo and group exhibitions since the late 1960s, including: São Paulo Biennial, Brazil; Venice Biennale (Brazilian Pavilion), Italy; Havana Biennial, Cuba; Mercosul Biennial, Porto Alegre, Brazil; MASP – Museu de Arte de São Paulo, Brazil; Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brazil; Hara Museum of Contemporary Art, Tokyo, Japan; MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brazil; MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Brazil; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brazil; Itaú Cultural, São Paulo, Brazil; Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Argentina; MAC – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Brazil; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brazil; and Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brazil.